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sábado, 15 de março de 2014

Eu sou assinante


Você já cantou...

Tenho certeza que, pelo menos em pensamento, você já cantou aquela musiquinha muito ligada a Seleção Brasileira: "Eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor..."

Lanço o desafio

Em nome da informação, da melhoria acentuada da cultura de nosso povo, que tal mudar a letra para: Eu sou assinante, com muito orgulho, com muito amor (?)

Faço a minha parte

Sou assinante de jornais e revistas e não consigo ficar sem informações qualificadas e densas. Jornalistas estudaram para trazer informações importantes e articulistas para fazer nós pensarmos de forma mais crítica.

A Tribuna de Santos

Me sinto obrigado a ler todos os dias a Folha de S.Paulo, o Estadão e jornal da minha região, a A Tribuna de Santos, e com eles concordar, discordar, criticar, mas jamais deixar de ser assinante e leitor.

De volta para o passado

Não sou escatológico, mas vejo um final muito triste para a nossas próximas gerações que se alimentam mal fisicamente e intelectualmente de informações sem nenhuma fidedignidade.

Vem pra rua?

Vem pra essa campanha e comece a ler todos os dias. Sua vida vai mudar!

segunda-feira, 10 de março de 2014

Hábitos de Consumo de Mídia

Ibope

O Ibope foi contratado pela Secom - Secretaria de Comunicação Social do Governo Federal para ouvir mais de 18 mil pessoas em 848 municípios do País com o objetivo de identificar os hábitos de consumo de mídia dos brasileiros.

Confirmado

O resultado confirma o que o senso comum detecta no dia-a-dia. As pessoas, para se informarem, usam: TV em primeiro lugar com 76,4%, Internet com 13,1%, Rádio com 7,9%, Jornal com 1,5% e Revista com 0,3%.

Explicações óbvias

As pessoas têm cada vez menos tempo para buscar informações e os Jornais e Revistas têm reportagens mais densas que necessitam de tempo e capacidade intelectual para o seu total discernimento.

Triste

O consumo de mídia é o espelho cultural e intelectual de um País. Parece óbvio que teremos um futuro de pessoas com conhecimento do tamanho de um oceano, mas com apenas um palmo de profundidade.

Resultado I

No curto prazo teremos uma sociedade baseada em informações irrelevantes, sem profundidade e com opiniões não contestadas.

Resultado II

Em 25 anos, tempo cronologicamente técnico de uma geração, perceberemos que  a redução da diferença entre pobres e ricos estará estagnada, pois só a educação poderá fazer com que essa situação se inverta.

Resultado III

Se um dia jornais e revistas formaram opiniões, daqui para frente serão companhia indispensável de formadores de opinião.

Nunca serão?

O Globo, Folha de SP, Estadão, Veja, Isto é, Carta Capital, etc. poderão mudar suas plataformas, mas jamais deixarão de existir, pois 1,8% (soma de 1,5% que se informa por jornal e 0,3% por revistas), jamais deixarão de existir.

Por Marcelo Di Giuseppe